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Mr. Pra Quê?!?!?!?!?!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Dizem que quartas feiras são dias mortos, pois são simplesmente dias da semana…

Hoje faremos diferente, faça desta quarta feira o dia que você mais riu durante esta semana. Chame seus colegas de trabalho, junte todos em frente à tela do seu PC, se o chefe estiver passando chame-o também, afinal, chefe é bichinho lindo de Deus e paga nosso salário.

Segue a série Partoba do grupo do Mundo Canibal….

Ótima 4º feira

 

 

 

 

 

Pois é galera, agora voltemos ao trabalho para esperarmos o PARTOBA 6

 

VLP[3]

Matando o Dragão–Rock!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Essa foi enviada pelo Carlão.

Como Matar um Dragão.

"No alto do castelo, há uma linda princesa - muito carente - que foi ali trancada, e é guardada por um grande e terrível dragão"...

HEAVY METAL:
O protagonista chega no castelo numa Harley Davidson, mata o dragão, enche a cara de cerveja com a princesa e depois transa com ela. Posteriormente se separam quando ela descobre que ele transou com uma groupie.
METAL MELÓDICO:
O protagonista chega no castelo num cavalo alado branco, escapa do dragão, salva a princesa, fogem para longe e fazem amor.
THRASH METAL:
O protagonista chega no castelo, duela com o dragão, salva a princesa e transa com ela.
POWER METAL:
O protagonista chega brandindo sua espada e trava uma batalha gloriosa contra o dragão. O dragão sucumbe enquanto ele permanece em pé, banhado pelo sangue de seu inimigo, sinal de seu triunfo. Resgata a princesa. Esgota a paciência dela com auto-elogios e transa com ela.
FOLK METAL:
O protagonista chega acompanhado de vários amigos e duendes tocando acordeon, alaúde, viola e outros instrumentos estranhos. Fazem o dragão dormir depois de tanto dançar, e vão embora, sem a princesa, pois a floresta está cheia de ninfas, elfas e fadas.
VIKING METAL:
O protagonista chega em um navio, mata o dragão com um machado, assa e come. Estupra a princesa, pilha o castelo e toca fogo em tudo antes de ir embora.
DEATH METAL:
O protagonista chega, mata o dragão, transa com a princesa, mata a princesa e vai embora.
BLACK METAL:
Chega de madrugada, dentro da neblina. Mata o dragão e empala em frente ao castelo. Sodomiza a princesa, a corta com uma faca e bebe o seu sangue em um ritual até matá-la. Depois descobre que ela não era mais virgem e a empala junto com o dragão.
GORE:
Chega, mata o dragão. Sobe no castelo, transa com a princesa e a mata. Depois transa com ela de novo. Queima o corpo da princesa e transa com ele de novo.
SPLATTER:
Chega, mata o dragão, abre-o com um bisturi. Sodomiza a princesa com as tripas do dragão. Abre buracos nela com o bisturi e estupra cada um dos buracos. Tira os globos oculares da princesa e estupra as órbitas. Depois mata a princesa, faz uma autópsia, tira fotos, e lança um album cuja capa é uma das fotos.
DOOM METAL:
Chega no castelo, olha o tamanho do dragão, fica deprimido e se mata. O dragão come o cadáver do protagonista e depois come a princesa.
WHITE METAL:
Chega no castelo, exorciza o dragão, converte a princesa e usa o castelo para sediar mais uma "Igreja Universal do Reino de Deus".
NEW METAL:
Chega no castelo se achando o bonzão e dizendo o quanto é bom de briga. Quer provar para todos que também é foda e é capaz de salvar a princesa. Acha que é capaz de vencer o dragão; perde feio e leva o maior cacete. O protagonista New Metal toma um prozak e vai gravar um disco "The Best Of".
GRUNGE:
Chega drogado, escapa do dragão e encontra a princesa. Conta para ela sobre a sua infância triste. A princesa dá um soco na cara dele e vai procurar o protagonista Heavy Metal. O protagonista grunge sofre uma overdose de heroína.
ROCK N'ROLL CLÁSSICO:
Chega de moto fumando um baseado e oferece para o dragão, que logo fica seu amigo. Depois acampa com a princesa numa parte mais afastada do jardim e depois de muito sexo, drogas e rock n roll, tem uma overdose de LSD e morre sufocado no próprio vômito.
PUNK ROCK:
Cospe no dragão, joga uma pedra nele e depois foge. Pixa o muro do castelo com um "A" de anarquia. Faz um moicano na princesa e depois abre uma barraquinha de fanzines no saguão do castelo.
EMOCORE:
Chega ao castelo e conta ao dragão o quanto gosta da princesa. O dragão fica com pena e o deixa passar. Após entrar no castelo ele descobre que a princesa fugiu com o protagonista Heavy Metal. Escreve uma música de letra emotiva contando como foi abandonado pela sua amada e como o mundo é injusto.
PROGRESSIVO:
Chega, toca um solo virtuoso de guitarra de 26 minutos. O dragão se mata de tanto tédio. Chega até a princesa e toca outro solo que explora todas as técnicas de atonalismo em compassos ternários compostos aprendidas no último ano de conservatório. A princesa foge e vai procurar o protagonista Heavy Metal.
HARD ROCK:
Chega em um conversível vermelho, com duas loiras peitudas e tomando Jack Daniel's. Mata o dragão com uma faca e faz uma orgia com a princesa e as loiras.
HARD ROCK (2):
Sobe no castelo e mata o dragão jogando uma TV lá de cima pela janela. (Por Paulo Henrique)
HARDCORE
Chega de skate, organiza um protesto em frente ao castelo contra a ditadura dos dragões. Sobe na torre, transa com a princesa e grava um álbum com 25 faixas de 2 minutos cada descendo o pau no governo.
HARDCORE (2)
O protagonista Hardcore chega bangueando, coloca o dragão na roda, o enche de chutes e o derruba no fosso. Sobe todo o castelo, e dá um mosh da torre mais alta. (Por Aislan e Junior Zordan)
GLAM ROCK:
Chega no castelo. O dragão rí tanto quando o vê que o deixa passar. Ele entra no castelo, rouba o hair dresser e o batom da princesa. Depois a convence a pintar o castelo de rosa e a fazer luzes nos cabelos.
GOTHIC METAL
Chega no castelo e monta uma banda com a princesa e o dragão fazendo vocais líricos e guturais respectivamente.
INDIE ROCK:
Entra pelos fundos do castelo. O dragão fica com pena de bater em um nerd franzino de óculos e deixa ele passar. A princesa não aguenta ouvir ele falando de moda e cinema, e foge com o protagonista Heavy Metal.
NEW WAVE
Ao chegar no castelo mata o dragão e doa toda a sua carne às familias pobres da África.

E você reclama da vida?

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

 

image

Alianças

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Sim senhor, hoje vou falar de uma pequena peça que 99%¨dos casais tem no dedo anelar, seja da mão direita, seja da mão esquerda. As alianças. Mas primeiro quero contar um pouco de historia.

Historia das Alianças

Esse anel, aliança, surgiu entre os gregos e os romanos, provavelmente vindo de um costume hindu de usar um anel para simbolizar o casamento. Os romanos acreditavam que no quarto dedo da mão esquerda passava uma veia (veia d'amore) que estava diretamente ligada ao coração, costume carregado culturalmente até os dias de hoje.
No início a aliança era tida como um certificado de propriedade da noiva, ou de compra da noiva, indicando que a mesma não estava mais apta a outros pretendentes. A partir do século IX a igreja cristã adotou a aliança como um símbolo de união e fidelidade entre casais cristãos.
Muitas crenças nasceram então, como exemplo o fato de que os escoceses dizem que a mulher que perde a aliança está condenada a perder o marido.
Retirado da [Wikipedia].
 

Agora sim, o post

Após muito pensar e ficar olhando para a minha aliança (que está praricamente quadrada, nao mais circular) fiquei pasmo por não saber de onde provinha esta tradição. A minha surpresa foi que as alianças de prata do namoro são apenas utilizadas no Brasil.
Mas não é este o intuito do post, mas sim devanear sobre um relacionamento. Relacionamento do qual eu estou a quase 5 anos e não me arrependo em nenhum ponto dele, seja pelo começo conturbado, seja pela rotina destruidora. Eu gosto. Facil assim, quando você encontra alguem que quer ficar ao seu lado, alguem importante e que completa a minha vida.
Alianças não são peças de metal, mas sim a representação fisica de um sentimento que hoje não é mais importante, o companheirismo e o amor. Não quero soar emo aqui, mas sim alertar para os sentimentos que não são mais importantes nos dias de hoje.
O que acham?

Inspiração

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Mas afinal de contas, o que é inspiração?

Segundo o Google:

inspiração. S. f. 1. Ato de inspirar ou de ser inspirado. 2. Qualquer estímulo ao pensamento ou à atividade criadora. 3. O resultado de uma atividade inspiradora.
pt.wikipedia.org/wiki/Inspiração_artística

Mas vamos lá, o que quero dizer com isso? Eu tenho sérios problemas de inspiração. Não consigo criar nada facilmente, muito menos posts para este blog, tampouco aventuras de RPG ou qualquer outra coisa. Eu resolvo problemas, não crio nada.

Mas porque isso gordinho? Pra que se explicar mané?

Não quero explicar coisa alguma. Na verdade quero mostrar que em qualquer tema ou palavra nós conseguimos nos expressar de alguma maneira. Principalmente quando são palavras como “inspiração” (que também define o ato de inspirar o ar para dentro do pulmão) ou “raiva” por exemplo.

Na verdade estou apenas expondo uma pequena opinião sobre uma pequena palavra.

Conseguimos todos criar sobre qualquer assunto. Sejam criativos, inspirem-se.

Qual a próxima palavra? Alguém quer me dar um desafio?

Silêncio

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Assim como tudo em sua vida, ele parou e escutou. Tentou sentir a vida em suas veias. Num silencio sepulcral dentro do quarto. Nada ouvia, nada via nem tampouco sentia.

O quarto com paredes brancas, a cama mal feita, os armários embutidos mas já sentindo a ação do tempo assim como o criado-mudo com seu abajur velho e suas incontáveis marcas de copos. Estava sentado na poltrona, olhando pela janela assim como fazia todas as noites.

Mas hoje era diferente, ele sentia uma serenidade sentado em sua poltrona reclinável de couro marrom. O som do pequeno mini-system na sala não era percebido, ou simplesmente ignorado. Seus olhos viam a janela, o movimento lá embaixo na rua, mas não registrava os acontecimentos.

Tudo em que ele consegue pensar é nos atos que cometeu hoje, apenas algumas horas antes. Sem nem mesmo pensar ele bebe o resto do copo. Sente o desconfortável descer da bebida forte em sua garganta, mas não se preocupa com isso.

Qual o próximo passo? Já havia perdido a companheira de tantos anos. Queria descansar neste dia, mas hoje não pode, não pode dar essa felicidade a eles. Eles venceriam a guerra. Levanta. Colocou o sobretudo velho e puído, o velho chapéu e saiu.

Foi se alimentar, não pode mais aguentar a fome, sem saber o que deve fazer ele passa por varias praças, mas hoje não quer casais, quer ser feliz, eufórico. Entra no primeiro barzinho onde encontra jovens homens e mulheres se divertindo. Já se sente revigorado apenas com a vibração do lugar.

DC Universe! Maluquice!!!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Esse trailer é animal!

Fiquei meio bobo por uns 5 minutos quando vi ele. Simplesmente quero uma TV FullHD e Um PS3 + conexão super rapida à internet pra isso.

DC Universe! Maluquice!!!

Esse trailer é animal!

Fiquei meio bobo por uns 5 minutos quando vi ele. Simplesmente quero uma TV FullHD e Um PS3 + conexão super rapida à internet pra isso.

Eternidade

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Andando em meio as luzes da cidade, sem nada na cabeça. Na noite somente o vento gelado de inverno é a companhia. Seus olhos passam por árvores, carros passam indiferentes aos pedestres. Passos largos, respiração pesada, uma pequena garoa bate nas abas negras do chapéu. Sempre pensou em deixar de usar chapéu. Nunca teve coragem, não quer mostrar aquilo que o tempo impôs à ele.

A rua deserta, adentra uma praça. Cantarola uma melancólica melodia, anos de pensamentos inundam o transeunte. Apenas uma coisa em mente. Sobreviver.

Mas sobreviver à que? Já não sabia nada da vida. Tudo havia mudado em pouco tempo. Menos que 3 anos na verdade. Maquinas estavam tomando conta, ele não se adequara. Estava obsoleto, assim como maquinas também ficam. Andando ainda sem destino. Não sem destino, o destino é sua casa qe está muito longe. Quais pensamentos o atormentavam mais? Nem mesmo ele sabe. Tudo que pensa é em como passar sua vida daqui pra frente.

A alguns anos, uma guerra civil acabou com metade do seu pais. Não sabe como sobreviveu, apenas que era um dos ultimos sobreviventes daquele que foi o maior confronto da guerra. Sua cidade foi dizimada. Na época era apenas um moleque, e assim que chegaram as forças separatistas fugiu com a familia. A unica lembrança desse dia, foi um clarão. Logo depois um grande tremor na terra, como se um terremoto houvesse atingido o mundo. Depois disso, o silencio.

Uma bomba explodiu tão perto que ele não conseguiu ouvir a agonia de vozes. Tem até hoje a lembrança da luz branca. E percebe-se em meio a esta mesma cidade, ja parcialmente reconstruida. Lagrimas de anos chegam a seus olhos, mas logo são levadas pelas gotas da chuva. A praça está vazia a noite. Na verdade, nunca estava cheia como a tempos.

Passa pelo resto de um parquinho de diversões. Lembra-se de seu primeiro amor, declarado num desses parquinhos. Feliz sorri para a noite. Tira o chapéu, senta-se numa gangorra onde brincou ha muito tempo. Lembra-se de sua mulher, deve estar preocupada. Não está em casa a dias. Levanta-se e aperta o passo. Numa jornada sem volta. Voltando para seu lugar.

Apenas alguns metros. Quase corre com pressa, tira a chave do bolso, seu coração apertado e aflito. A luz está acesa. Abre a porta. Fecha-a, ninguem na sala. Ouve algum burburinho na cozinha. Vai olhar, de costas está a pessoa que compartilhou tudo com ele nos varios anos que se passaram. A quem ele devia boa parte de seu carater. E uma grande desculpa, uma desculpa por não ser melhor.

Lagrimas mais uma vez passam por seu rosto, olha novamente a cozinha, seus ladrilhos vermelhos no chão, parecidos com tijolos. O azul céu dos azulejos. Sorri em meio as lagrimas. Abraça aquela que não mediu esforços em aguentar as incertezas da vida juntamente com ele. Lagrimas se misturam de ambos. Trocam pequenas palavras de carinho e perdão. Sentam-se para conversar. Conversam muito tempo, afinal havia anos que não se falavam tanto, devido ao desgaste do relacionamento.

Ele toma banho, relaxante e acolhedor. Assim que sai, a cama está preparada para uma boa noite de sono. A primeira em algum tempo. A mulher espera, ansiosa por seu amor. Falam banalidades ja deitados. Apagam as luzes. Emoção estampada nos dois rostos. Dormem, dormem muito.

Dormem até a eternidade...

Eternidade

Andando em meio as luzes da cidade, sem nada na cabeça. Na noite somente o vento gelado de inverno é a companhia. Seus olhos passam por árvores, carros passam indiferentes aos pedestres. Passos largos, respiração pesada, uma pequena garoa bate nas abas negras do chapéu. Sempre pensou em deixar de usar chapéu. Nunca teve coragem, não quer mostrar aquilo que o tempo impôs à ele.

A rua deserta, adentra uma praça. Cantarola uma melancólica melodia, anos de pensamentos inundam o transeunte. Apenas uma coisa em mente. Sobreviver.

Mas sobreviver à que? Já não sabia nada da vida. Tudo havia mudado em pouco tempo. Menos que 3 anos na verdade. Maquinas estavam tomando conta, ele não se adequara. Estava obsoleto, assim como maquinas também ficam. Andando ainda sem destino. Não sem destino, o destino é sua casa qe está muito longe. Quais pensamentos o atormentavam mais? Nem mesmo ele sabe. Tudo que pensa é em como passar sua vida daqui pra frente.

A alguns anos, uma guerra civil acabou com metade do seu pais. Não sabe como sobreviveu, apenas que era um dos ultimos sobreviventes daquele que foi o maior confronto da guerra. Sua cidade foi dizimada. Na época era apenas um moleque, e assim que chegaram as forças separatistas fugiu com a familia. A unica lembrança desse dia, foi um clarão. Logo depois um grande tremor na terra, como se um terremoto houvesse atingido o mundo. Depois disso, o silencio.

Uma bomba explodiu tão perto que ele não conseguiu ouvir a agonia de vozes. Tem até hoje a lembrança da luz branca. E percebe-se em meio a esta mesma cidade, ja parcialmente reconstruida. Lagrimas de anos chegam a seus olhos, mas logo são levadas pelas gotas da chuva. A praça está vazia a noite. Na verdade, nunca estava cheia como a tempos.

Passa pelo resto de um parquinho de diversões. Lembra-se de seu primeiro amor, declarado num desses parquinhos. Feliz sorri para a noite. Tira o chapéu, senta-se numa gangorra onde brincou ha muito tempo. Lembra-se de sua mulher, deve estar preocupada. Não está em casa a dias. Levanta-se e aperta o passo. Numa jornada sem volta. Voltando para seu lugar.

Apenas alguns metros. Quase corre com pressa, tira a chave do bolso, seu coração apertado e aflito. A luz está acesa. Abre a porta. Fecha-a, ninguem na sala. Ouve algum burburinho na cozinha. Vai olhar, de costas está a pessoa que compartilhou tudo com ele nos varios anos que se passaram. A quem ele devia boa parte de seu carater. E uma grande desculpa, uma desculpa por não ser melhor.

Lagrimas mais uma vez passam por seu rosto, olha novamente a cozinha, seus ladrilhos vermelhos no chão, parecidos com tijolos. O azul céu dos azulejos. Sorri em meio as lagrimas. Abraça aquela que não mediu esforços em aguentar as incertezas da vida juntamente com ele. Lagrimas se misturam de ambos. Trocam pequenas palavras de carinho e perdão. Sentam-se para conversar. Conversam muito tempo, afinal havia anos que não se falavam tanto, devido ao desgaste do relacionamento.

Ele toma banho, relaxante e acolhedor. Assim que sai, a cama está preparada para uma boa noite de sono. A primeira em algum tempo. A mulher espera, ansiosa por seu amor. Falam banalidades ja deitados. Apagam as luzes. Emoção estampada nos dois rostos. Dormem, dormem muito.

Dormem até a eternidade...

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